Camila Balieiro em retrato natural, cabelo solto, olhando para a câmera.
Esporte · 1 min de leitura

Sem fones, naquela corrida

Naquela meia maratona, corri sem fones.

Decisão

Naquela meia maratona, corri sem fones. Uma razão era prática: havia chuva, e eu não queria estragá-los. Mas a experiência abriu outro espaço.

Ação

Pensei na minha vida. Conversei comigo e com o que reconheço como espiritualidade. Percebi outras pessoas atravessando o mesmo percurso, cada uma com a própria história.

Ajuste

Quero guardar a possibilidade de prestar atenção. Em outro dia, talvez a música faça sentido. Em outro, talvez eu queira ouvir o ambiente.

Camila Balieiro de roupa de treino e fones, em uma rua ensolarada, vista de baixo.

O que ficou daquela prova foi uma lembrança concreta: eu estava ali, com meus pensamentos, com o tempo daquele dia e com outras pessoas.

O relato

Como foi, do começo ao ajuste.

Naquela meia maratona, corri sem fones. Uma razão era prática: havia chuva, e eu não queria estragá-los. Mas a experiência abriu outro espaço.

Sem uma música acompanhando cada passo, fiquei mais perto dos meus pensamentos e do que estava acontecendo ao redor.

Pensei na minha vida. Conversei comigo e com o que reconheço como espiritualidade. Percebi outras pessoas atravessando o mesmo percurso, cada uma com a própria história.

Eu lembro dessa presença porque ela fez parte da minha experiência. Não significa que agora toda corrida precise ser assim, nem que exista um jeito certo de sentir o caminho.

Quero guardar a possibilidade de prestar atenção. Em outro dia, talvez a música faça sentido. Em outro, talvez eu queira ouvir o ambiente.

O que ficou daquela prova foi uma lembrança concreta: eu estava ali, com meus pensamentos, com o tempo daquele dia e com outras pessoas. O percurso tinha mais coisas para me mostrar do que a distância.

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