Camila Balieiro de roupa de treino e fones, em uma rua ensolarada, vista de baixo.
Esporte · 1 min de leitura

O que eu faria diferente

Há uma pergunta que gosto de fazer depois de uma experiência importante: se eu começasse de novo, o que mudaria?.

Decisão

Há uma pergunta que gosto de fazer depois de uma experiência importante: se eu começasse de novo, o que mudaria?

Ação

Na época, dinheiro e tempo eram limitados. Eu conciliava trabalho, buscava renda extra e tentava fazer a viagem caber no orçamento. O tênis que comprei foi o que consegui pagar. Os treinos foram poucos.

Ajuste

Eu começaria a me organizar com antecedência. Daria mais espaço à preparação e pensaria melhor nos dias anteriores à corrida. Buscaria ajuda profissional se fosse possível.

Camila Balieiro em retrato natural, cabelo solto, olhando para a câmera.

Contar o que faria diferente não diminui o que vivi.

O relato

Como foi, do começo ao ajuste.

Há uma pergunta que gosto de fazer depois de uma experiência importante: se eu começasse de novo, o que mudaria?

Quando penso na minha primeira meia maratona, a resposta passa pela preparação. Eu queria chegar à prova. Hoje, também olho para como cheguei até ela.

Na época, dinheiro e tempo eram limitados. Eu conciliava trabalho, buscava renda extra e tentava fazer a viagem caber no orçamento. O tênis que comprei foi o que consegui pagar. Os treinos foram poucos.

Esse contexto explica minhas escolhas. Também me ajuda a ver onde faltou cuidado. Antes da prova, fiz atividades que hoje repensaria, especialmente considerando a lesão que tive.

Eu começaria a me organizar com antecedência. Daria mais espaço à preparação e pensaria melhor nos dias anteriores à corrida. Buscaria ajuda profissional se fosse possível.

Contar o que faria diferente não diminui o que vivi. Dá continuidade à experiência. Quero que a próxima decisão leve comigo o aprendizado, e não só a fotografia da chegada.

Anterior neste tema: Sem fones, naquela corridaPróximo neste tema: Minha primeira meia maratona